
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Dito e assinado com sangue, suor e lágrimas por doth aproximadamente às 18:41 3 pessoas que já se manifestaram... Falta você!!!
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
dois lados da mesma viagem...
Blog semi abandonado, muitas saudades daqui... Há um tempo, uma amiga muito querida me alertou que falar sem coração é mentir. Então, preferi recluir-me no meu silêncio, enquanto meu coração me mandava calar. Mas, um sopro chamou-me a este texto. Veio-me a cabeça uma canção de Milton Nascimento e Fernando Brant, “Encontros e Despedidas”: “Tem gente que chega pra ficar/ Tem gente que vai/ Pra nunca mais.../Tem gente que vem e quer voltar/Tem gente que vai e quer ficar/Tem gente que veio só olhar/Tem gente a sorrir e a chorar/E assim a chegar e partir.../São só dois lados/Da mesma viagem/O trem que chega/É o mesmo trem/Da partida.../A hora do encontro/É também despedida”.

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terça-feira, 15 de dezembro de 2009
"O amor é filme..
eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama
eu sei por que sei muito bem como a cor da manhã fica
dá felicidade, dá dúvida, dor de barriga
é drama, aventura, mentira, comédia romântica..."Cordel de fogo encantado - O amor é filme

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
a história de amor mais triste que já houve...

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Quando seus amigos de infância se casam...

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terça-feira, 24 de novembro de 2009
Agonias de uma repórter de amores

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Rute.
"Você quer dançar?"
"E então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar
Com seu vestido decotado cheirando a guardado de tanto esperar
Depois os dois deram-se os braços como há muito tempo não se usava dar
E cheios de ternura e graça, foram para a praça e começaram a se abraçar
E ali dançaram tanta dança que a vizinhança toda despertou
E foi tanta felicidade que toda cidade se iluminou
E foram tantos beijos loucos, tantos gritos roucos como não se ouvia mais
Que o mundo compreendeu
E o dia amanheceu
Em paz"
Valsinha- Chico Buarque

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
a mulher y

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sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Carta ao amor desconhecido
"Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina paro em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar
Que o nosso amor pra sempre viva!"
Cássia Eller - Palavras ao vento
Amor da minha vida, que ainda não chegou;
Esta não é mais uma carta de amor. São sonhos, rabiscados em torpes palavras, pra que você tente entender o que ainda é obscuro para mim...
Eu não te conheço. Bom, pelo menos acho que não. Talvez nós já tenhamos nos visto em alguma fila de banco, num cinema ou até mesmo no metrô. Mas, um dia, eu vou te (re)encontrar! E te reconhecer como minha goiabada-com-queijo! Fico fantasiando esse dia, sabe? Se a gente vai mesmo viver o resto da nossa vida juntos, é bom você saber: eu sou uma romântica incurável! Será que eu vou de repente me sentir flutuando, enquanto nossos olhares gritam a essência de um forte e fervoroso amor? Será que conseguiremos nos lembrar de como éramos antes de nos conhecer? Será que de uma hora para a outra vamos perceber que nos completamos, e que a vida não fará mais sentido, a não ser que enfrentemos a longa caminhada do amor juntinhos, com direito a uma sopa quentinha servida na nossa casinha-de-noiva? Será que demoraremos pra perceber que o nosso inevitável destino é entrelaçar o fio de nossas existências?
Ah, tantas incertezas! Não é fácil estar apaixonada por alguém que não conhecemos... Mas, acredito que amar não é ter sempre certeza. Muito pelo contrário. Nossas certezas nos desunem. Pra quê queremos nossa "tampa da panela" se tudo já nos é certo? Acredito que amar é aceitar que somos incompletos. É tirar a máscara de mulher forte, resistente e madura. É tornar-se de novo uma menina. É poder ser você mesma, e nunca precisar fingir. É confiar que suas incertezas, desesperanças e inseguranças apenas erguem o alicerce de uma personalidade que ama.
Então, você como já deve ter percebido, eu te amo. E estou escrevendo isso para falar que espero com expectativa nosso encontro. Somos imperfeitos, somos sujos, mas estamos juntos. E juntos superaremos. Vamos demorar pra aprender a nos amar. Vai ser difícil, eu sei. Mas, temos tempo. Todo o tempo do mundo, até que a morte nos separe! Peço que me ame, só. E eu vou te amar também. Ou melhor, continuar te amando.
Deixo aqui meu beijo, o primeiro e mais tímido de muitos, muitos calorosos e apaixonados beijos
Sua princesa, que ainda não chegou.
"Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva obscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor."
Vinicius de Moraes

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segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Casório ou velório?
Se passou há algumas semanas, naquele lago lodoso, onde as árvores estavam longe de estar floridas. O dia não estava ensolarado, o céu não estava azul. Tudo estava quieto, a não ser pela borboletinha voando silenciosa próximo a uma pedra. Como eu, você deve estar se perguntando o que uma borboleta fazia em um lugar tão insosso. Resposta simples: espiando o grande amor de sua vida. Sim, o grande amor de sua vida era o lagarto de aparência asquerosa a tomar sol sobre a pedra.
Nunca haviam trocado palavras. Muito provavelmente ele nunca sequer notou a presença da jovem borboleta. Mas, mesmo assim, ela o amava. Sentia sua força amarrada a seus passos, sentia-se como se o tempo parasse enquanto estava a contemplá-lo, via que sem ele simplesmente não havia caminho, ela simplesmente não se achava. Ele era sua única alternativa, a única saída para que ela aliviasse a dor de sua existência solitária. Então, por que ela não o seguia? Por que eles não entrelaçavam o fino fio de suas existências, dando àquele cenário frívolo e insosso um pouco mais de brilho e cor? Porque ela era simplesmente covarde demais para correr os riscos da perigosa estrada do amor. Tinha medo de ser ferida. Medo de ser rejeitada. E, o medo a imobilizava. Fazia com que preferisse ficar em silêncio. Tornava-a irracional a ponto de fazê-la ignorar que o medo de sofrer e de ser rejeitada fazia-a sofrer e ser rejeitada. Então, ela contentou-se em esconder-se na penumbra de seus pensamentos, contentando-se apenas em espiá-lo durante o dia e chorar sua falta durante a noite, quando ele costumava perder-se no lago. Via-se fadada a uma vida cinzenta e medíocre.
Mas, por um mero acaso do destino, aquele dia foi diferente. Em um ímpeto inexplicável, a borboletinha resolveu segui-lo. Pertenciam a mundos diferentes, ele podia rejeitá-la (ela era tão pequenininha!), ela podia sair brutalmente ferida. Mas, e daí? Ela o amava, e essa era a única coisa que parecia importar.
Então, ao anoitecer, a borboletinha se foi. Dando mil voltas dançantes no céu, mergulhou no lago.
No dia seguinte, não houve mais sequer notícia da borboletinha. Só um sinal diferenciava aquele dia de outros comuns: havia uma pequena florzinha a flutuar na superfície do lago. Seria essa flor resto da linda cerimônia de casamento realizada no fundo do lago, produto do belo e inusitado romance entre um lagarto e uma borboleta? Ou seria a florzinha apenas um voto de luto e respeito da natureza pela borboletinha, morta, despedaçada pela dor e desilusão? Nunca saberemos. Mas, simplesmente não importa. O que faz essa história valer a pena ser contada é a escolha da borboletinha.Tem que ser revelada às próximas gerações a opção da borboleta por abandonar a sombria mediocridade. Não importa se sua escolha a fez viver ou não sua tão desejada história de amor. Ela tentou. E fez do mundo um lugar mais bonito. E isso basta para que seja considerada correta.

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