sábado, 19 de setembro de 2009

Um domingo desses foi dia das mães e eu não escrevi nada para a minha... Não por falta de tentativas. Abri e fechei o editor de texto algumas dezenas de vezes e até comecei a carregar um clipe de uma musiquinha melosa.

Mas agora, com meus 15 aninhos chegando e todo mundo falando que eu sou uma mocinha, eu não pude deixar de olhar para os céus e agradecer mil vezes à minha mãe.

Agradecer a minha mãe que me ensinou que calça pescador com tênis é brega. A não ser que você não use meias. E que tênis sem meias pode te deixar em situações um pouco desagradáveis...

Agradecer a minha mãe que me ensinou que louça suja tem capacidades procriadoras diretamente proporcionais ao tempo... Ou seja: acabe com ela antes que ela crie forças pra acabar com você.

Agradecer a minha mãe que me ensinou que você sempre tem que ser agradável com as pessoas. E que nunca se deve abrir um pote novo de maionese se outro já está aberto na geladeira. Aliás, nunca se deve abrir nada se já tem algum aberto. A única exceção vale para os refrigerantes, no caso de estar calor e o aberto estar fora da geladeira. Aí, você deve abrir outro que já esteja gelado.

Obrigada à minha mãe, que me ensinou que eu devo mastigar 30 vezes antes de engolir. E que se deve dormir cerca de 9 horas por dia para total funcionamento das faculdades mentais. Sem me esquecer que uma mulher culta sempre deve ler um livro, e nunca, nunca, nunca perguntar quantas páginas ele tem. Obrigada, mamãe, por ensinar também que a única forma de descansar de um livro é ler outro.

Agradeço a minha mãe por ter me ensinado que quando você está cansado e não quer mais prosseguir, a única saída e pedir para que Ele renove suas forças. E que você sempre deve consultá-Lo, mesmo para as coisas mais banais.

Agradeço a minha mãe, que me ensinou que meus atos tem consequência, que as pessoas frias e duras se tornam mais macias e calorosas com um abraço, que todo mundo tem um talento.

Agradeço a minha mãe pelos quase 10 meses de gravidez, pelas estrias, pelas lágrimas, enjôos e dores de cabeças que ela teve de suportar pra me ter com ela. E pela graça com que continua me suportando, mesmo que eu não dê a ela dores de cabeça, estrias, lágrimas e enjôos.

Agradeço a minha mãe por ter escolhido tão bem o meu pai; ou como ela diria, ter se permitido ser escolhida por ele. Agradeço pela paciência com a qual ela esperou-o, ajudou-o a amadurecer e se submeteu a autoridade dele.

E, quanto mais o tempo passa, eu sinto que eu não seria nem metade do que sou sem minha mãe. E que eu sou privilegiada, por ter uma mãe tão devota a Deus, linda e amável quanto ela. Obrigada mãe. Espero ser uma mulher como você...

6 comentários:

Miriam Assis disse...

VC é minha delicia!!
Talvez quando for mãe saberá o quanto sua existencia me ensina!!!
Obrigada por ser voce, por me alegrar tanto!!! Fico cheiaaa, acho q vou explodir, em pensar q vc só tem 15 anos...TE AMO MUUUITO

Adoradora de Cristo disse...

Amei todo o carinho que demosntras-te com essas palavras tao sinceras para a tua mãe!!

Não sabia que só tinhas 15 anos, mas quero dizer-te que gosto muito dos teus textos e quem sabe num futuro proximo escrevas um livro!!
Beijinhos

kporto disse...

NOSSSAA!! Simmm agradecer todos os dias pelos quase 10 meses de gravides!! ESTRIASSS!! aiiii
lindoo!
Sua mãe já leu???
vai fkr bem feliz!!
bjoo

Ana Paula disse...

Oi Doth,

Amei este visual novo do seu blog, mais clean! bejos!

Ana Paula disse...

oi Doth,

Temos mesmo que ser gratas a Deus por nossas mães e tamanha dedicação que elas tem para conosco até hoje.

Gostei muito da forma como vc homenagiou a sua, descrevendo a simplicidade do dia a dia, demonstrando como as coisas simples são importantes.

Beijos amiga!

Anônimo disse...

Mãe é mãe né?

Não importa o atraso em relação ao dia das mães, afinal, todos os dias são das mães! Esse presente que Deus nos deu! (ou melhor, que sempre estiveram com a gente né?)