terça-feira, 15 de dezembro de 2009


"O amor é filme..
eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama
eu sei por que sei muito bem como a cor da manhã fica
dá felicidade, dá dúvida, dor de barriga
é drama, aventura, mentira, comédia romântica..."
Cordel de fogo encantado - O amor é filme




E as coisas foram acontecendo assim, como num roteiro muito bem planejado. Seus olhares eram silenciosos, mas eloqüentes, como se houvesse ali uma legenda que expressasse seus pensamentos. Sorrisos, lágrimas e os dois ao mesmo tempo eram tão freqüentes que em mais de uma situação ficava impossível determinar se o final daquela história seria trágico ou feliz. Ele sempre estava lá, exatamente na hora em que ela estava lá também. Seus diálogos eram embalados por música. Ela estava sempre bonita. Seu primeiro beijo foi em um pôr do sol chuvoso, em uma marquise rodeada por flores, ao som de um hit romântico dos anos 80. Quando o sol pôs-se totalmente no horizonte, fogos de artifício iluminavam o céu. E os acontecimentos tomaram o rumo esperado. E quando aquela voz masculina aveludada anunciou o sonho "E viveram felizes para sempre", e os créditos começaram a subir, eu perguntei ao Diretor Divino o porquê de não poder ser sempre assim. E quase pude ouvir Ele responder: "Que graça teria se todos os atores estrelassem a mesma história?".  É, o Diretor divino é cheio de graça. Nos dois sentidos.

4 comentários:

Day disse...

Ei Doth, obrigada pela visita, sempre leio aqui também, e adoro diga-se de passagem... beijos!

gabs . disse...

lindo Doooth!
nunca tinha parado pra pensar no lado repetitivo dos romances...
pra ser sincera, não faço questão de originalidade ou exclusividade... o que eu quero mesmo é segurança e sinceridade; é isso que busco, ou melhor, espero.

adoro você princesa!

kporto disse...

acho q tdas nós já fizemos essa pergunta ao Diretor Divino!

bjoks princesa Linda!

Adoradora de Cristo disse...

andas desaparecida!!

saudades dos teus artigos ^^

beijinhos